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Dia do Voluntário (5/12)

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Voluntários da Cruz Vermelha Brasileira de São Paulo: 30 mil horas dedicadas a ações humanitárias em 2020 para mais de três milhões de pessoas beneficiadas


Em meio a um ano tão difícil e cheios de riscos à saúde, os voluntários da Cruz Vermelha Brasileira de São Paulo (CVB/SP) não pensaram duas vezes e, mais uma vez, deram o exemplo: de 1º de janeiro a 30 de novembro de 2020, dedicaram 30 mil horas à realização de ações humanitárias, que beneficiaram mais de três milhões de pessoas em comunidades, atendidas por ONGs, centros de acolhida e moradores de rua.

A instituição conta com cerca de 400 voluntários fixos, mas a pandemia afastou boa parte deles que fazem parte de grupos de risco e houve inscrições para trabalhos pontuais – de acordo com a demanda do setor de Projetos Sociais e Voluntariado – que trouxe a ajuda de cerca de 80 voluntários por dia.

O trabalho teve de ser adaptado por causa da pandemia: eles receberam máscaras, luvas e álcool em gel como prevenção e atuaram de forma estratégica nas ações para evitar aglomerações, o que garantiu poucos casos de contaminação no grupo. “Nós oferecemos toda a segurança possível, mas eles vieram com determinação e muita vontade de ajudar, sem pensar nos riscos. O único desejo era minimizar o sofrimento da população mais vulnerável”, explica o presidente da CVB/SP, Jorge Wolney Atalla Jr.


A disposição dos voluntários foi a força motriz para que a parceria entre a CVB/SP e a prefeitura de São Paulo, no programa Cidade Solidária realizasse doações de 757 mil cestas básicas; 385 mil kits de higiene pessoal e limpeza; 372 mil máscaras e 12 mil livros.


Além disso, foram responsáveis pelo recebimento, triagem e organização de produtos vindos de empresas parceiras e pessoas físicas diariamente, para doação a mais de 300 ONGs e lideranças comunitárias cadastradas pela instituição, beneficiando 59 mil pessoas. Neste caso, foram 15 mil cestas básicas; 41 mil kits de higiene pessoal e limpeza e 36 mil máscaras.

Em tempos de pandemia, levar doações à periferia paulistana também foi um desafio. Um dos exemplos foi a tarefa de levar atendimento, de julho a agosto, a 12.500 famílias em Brasilândia, zona norte, uma das regiões paulistanas mais afetadas pelo novo coronavírus. Para a comunidade foram distribuídos 38 mil galões de água potável e 13 mil kits de produtos de combate e prevenção de doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela.


Cerca de 400 Imigrantes e refugiados que perderam o contato com os familiares foram auxiliados por voluntários que integram o programa Restabelecimento de Laços Familiares a realizarem as conexões, por telefone. Para isso foram feitas 198 chamadas telefônicas internacionais a 18 países. Além disso beneficiaram 155 famílias que estavam em busca de pessoas desaparecidas e continua tentando encontrar outras três.

A busca de pessoas desaparecidas, serviço oferecido pelo RLF, beneficiou 155 famílias. Três buscas ainda estão abertas.

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